Cloridrato de Paroxetina (Pondera)
Quando eu estava com ansiedade extrema e não conseguindo nem sair de casa sozinho, uma neurologista me receitou o remédio chamado pondera de 20mg. A dosagem era de meio comprimido durante uma semana e um inteiro a partir do sexto dia.
Na primeira semana não senti muita diferença. Já na segunda semana comecei incrivelmente a me sentir melhor. Meu coração já não pulava pela boca e eu quando eu sentia ansiedade e medo, meu corpo não respondia com as sensações de falta de ar, mãos suadas, nem sequer meu coração acelerava.
Meu Plano de Saúde faliu e eu tive que conseguir medicamento no hospital psiquiátrico da minha cidade. Sempre que chegava eles diziam que não poderiam (com razão) me passar medicamento pois eu tinha que ter um acompanhamento médico. Contudo, eles sempre me receitavam duas caixas, devido aos vários meses em que eu já havia tomado a medicação, naquela altura, já não poderia parar bruscamente, pois seria muito danoso à minha saúde.
Sempre quando tentava parar por conta própria, vinham uns pensamentos desastrosos de desespero. Idéias de que quando eu passar mal, quem vai me salvar. Como no seriado do Chapolin Colorado "E agora, quem poderá me defender?". Então continuei seguindo a medicação e vivendo quase normalmente. Eu ainda tinha certos limites.
Sentia muitos efeitos colaterais. Sentia vazio na cabeça. Sensação de irrealidade. Meu penis ficava pequeniniho e com problemas de ereção. alterou meus ritmo cardíaco pra bem fraquinho e retardou a ejaculação.
Entrei em um plano popular depois de uns 3 anos tomando paroxetina. Informei ao psiquiatra que queria ingerir bebida alcoolica e que ja me sentia bem. Ele então sugeriu que eu no dia que eu fosse beber, parasse por uns 3 de usar o medicamento, então bebesse e dois dias depois voltasse a usar. Fiz o que o que indicou, porém, lembro que na época, tomei um Big Apple achando que era Ice e fiquei muito mal. Dias depois fui no hospital, tomei alguns medicamentos e melhorei.
Mesmo assim fui no cliníco geral e o mesmo solicitou um exame de sangue. Foi constato que meu colesterol estava extremamente alto e eu deveria tomar sinvastatina. Não cheguei a tomar, mas parei novamente de usar a paroxetina por conta própria e comecei a me exercitar e fazer dieta. Resultado: de 95kg fui para 55kg e a galera dizia que eu estava igual o Cazuza, doente.
Voltei por 6 meses a tomar medicamento e certo dia, briguei feio com minha mãe. Cheguei a tremer. Então, no dia seguinte, acordei com o coração estalando. Nunca tinha sentido aquilo na minha vida. Respirei fundo para ver se parava, porém, não parou. Fui correndo desesperado para o posto de saúde mais próximo, mas estava fechado. Fui então para casa de uma tia, e ela não se encontrava, estava viajando, voltei para casa o "estalado" continuava. Chamei então minha irmã para me levar ao hospital.
Chegando no hospital, já com o coração todo desordenado e com arritmia e batimentos com velocidades variáveis, o médico me perguntou se eu usava drogas, eu disse que não, a única droga que eu usava era a paroxetina. Fiz um eletrocardiograma e eu estava com: Taquicardia Supra Ventricular com reintrada noidal e extra sístoles, com batimentos a 180 por minuto.
Tomei alguns calmantes e antiarrítmicos e voltei pra casa. Procurei um cardiologista e o mesmo disse que eu não tinha nada no coração.
Então conclui que: O problema foi da medicação, do alcool que eu misturei e da briga com minha mãe. A junção de tudo isso, deu no que deu.
JAMAIS MISTUREM MEDICAÇÃO COM ALCOOL.
Quando eu estava com ansiedade extrema e não conseguindo nem sair de casa sozinho, uma neurologista me receitou o remédio chamado pondera de 20mg. A dosagem era de meio comprimido durante uma semana e um inteiro a partir do sexto dia.
Na primeira semana não senti muita diferença. Já na segunda semana comecei incrivelmente a me sentir melhor. Meu coração já não pulava pela boca e eu quando eu sentia ansiedade e medo, meu corpo não respondia com as sensações de falta de ar, mãos suadas, nem sequer meu coração acelerava.
Meu Plano de Saúde faliu e eu tive que conseguir medicamento no hospital psiquiátrico da minha cidade. Sempre que chegava eles diziam que não poderiam (com razão) me passar medicamento pois eu tinha que ter um acompanhamento médico. Contudo, eles sempre me receitavam duas caixas, devido aos vários meses em que eu já havia tomado a medicação, naquela altura, já não poderia parar bruscamente, pois seria muito danoso à minha saúde.
Sempre quando tentava parar por conta própria, vinham uns pensamentos desastrosos de desespero. Idéias de que quando eu passar mal, quem vai me salvar. Como no seriado do Chapolin Colorado "E agora, quem poderá me defender?". Então continuei seguindo a medicação e vivendo quase normalmente. Eu ainda tinha certos limites.
Sentia muitos efeitos colaterais. Sentia vazio na cabeça. Sensação de irrealidade. Meu penis ficava pequeniniho e com problemas de ereção. alterou meus ritmo cardíaco pra bem fraquinho e retardou a ejaculação.
Entrei em um plano popular depois de uns 3 anos tomando paroxetina. Informei ao psiquiatra que queria ingerir bebida alcoolica e que ja me sentia bem. Ele então sugeriu que eu no dia que eu fosse beber, parasse por uns 3 de usar o medicamento, então bebesse e dois dias depois voltasse a usar. Fiz o que o que indicou, porém, lembro que na época, tomei um Big Apple achando que era Ice e fiquei muito mal. Dias depois fui no hospital, tomei alguns medicamentos e melhorei.
Mesmo assim fui no cliníco geral e o mesmo solicitou um exame de sangue. Foi constato que meu colesterol estava extremamente alto e eu deveria tomar sinvastatina. Não cheguei a tomar, mas parei novamente de usar a paroxetina por conta própria e comecei a me exercitar e fazer dieta. Resultado: de 95kg fui para 55kg e a galera dizia que eu estava igual o Cazuza, doente.
Voltei por 6 meses a tomar medicamento e certo dia, briguei feio com minha mãe. Cheguei a tremer. Então, no dia seguinte, acordei com o coração estalando. Nunca tinha sentido aquilo na minha vida. Respirei fundo para ver se parava, porém, não parou. Fui correndo desesperado para o posto de saúde mais próximo, mas estava fechado. Fui então para casa de uma tia, e ela não se encontrava, estava viajando, voltei para casa o "estalado" continuava. Chamei então minha irmã para me levar ao hospital.
Chegando no hospital, já com o coração todo desordenado e com arritmia e batimentos com velocidades variáveis, o médico me perguntou se eu usava drogas, eu disse que não, a única droga que eu usava era a paroxetina. Fiz um eletrocardiograma e eu estava com: Taquicardia Supra Ventricular com reintrada noidal e extra sístoles, com batimentos a 180 por minuto.
Tomei alguns calmantes e antiarrítmicos e voltei pra casa. Procurei um cardiologista e o mesmo disse que eu não tinha nada no coração.
Então conclui que: O problema foi da medicação, do alcool que eu misturei e da briga com minha mãe. A junção de tudo isso, deu no que deu.
JAMAIS MISTUREM MEDICAÇÃO COM ALCOOL.
